A carta, assinada pelo Coletivo do Pirarucu solicita providências urgentes do poder público para enfrentar a crise de segurança e a falta de apoio às comunidades ribeirinhas e aos povos indígenas do rio Tapauá e seus afluentes, no médio rio Purus, Amazonas, diante de um ataque sofrido, em 31 de agosto de 2026, por uma liderança comunitária durante atividade de vigilância em uma praia de proteção de quelônios. A vítima foi ameaçada, agredida e atingida por um disparo de arma de fogo. Os agressores também ameaçaram destruir bases de vigilância comunitária. O episódio evidencia a vulnerabilidade das comunidades diante de atividades ilícitas e amplia o temor de retaliações contra as ações de conservação ambiental.
